Os 5 motivos que mais reprovam
- Comprometimento estrutural: longarinas, colunas, caixas de roda ou assoalho com deformação, corte ou solda fora do padrão de fábrica. É o apontamento mais grave — afeta a segurança e o valor do veículo.
- Remarcação ou divergência de identificadores: chassi, motor ou câmbio com numeração adulterada, ilegível ou divergente da documentação.
- Histórico de leilão ou sinistro não declarado: o vendedor "esqueceu" de contar — e o mercado desconta 20% a 30% do valor quando descobre.
- Indício de adulteração de hodômetro: quilometragem incompatível com desgaste, histórico de manutenção ou registros.
- Reparos extensos de pintura: medição de camada acusando massa e repintura em áreas que indicam colisão relevante.
Reprovou. E agora?
Se você ainda NÃO comprou
O laudo acabou de te poupar um prejuízo enorme. Use os apontamentos para desistir com segurança — ou renegociar o preço com base técnica, se o problema for reparável.
Se o carro já é seu
Nem tudo está perdido. Se o apontamento for restrição de monta no documento (comum em carros de leilão), existe caminho legal: a reclassificação de monta com laudo de engenharia (Res. CONTRAN 810) pode reduzir ou limpar a observação — a Tecvision já conduziu mais de 4.000 processos assim. Comprou em leilão? Veja o guia específico para arrematantes.
O detalhe que muda o veredito: quem lê a estrutura
Um amassado na chapa externa não significa dano estrutural — a capa é fechamento, não estrutura. E uma solda escondida na longarina pode passar batida num checklist comum. Nos dois sentidos, o veredito correto depende de quem entende estrutura: na Tecvision, a cautelar inclui análise estrutural por engenheiro mecânico — em Pinhais, atendendo toda Curitiba.
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Avaliação sem compromisso pelo WhatsApp — sede própria em Pinhais, nota 5,0 no Google.
